24 outubro, 2014

{Resenha #41} O palácio da meia-noite, Carlos Ruiz Zafón


Boa tarde, gente!

Como vocês puderam perceber pelo outro post (quem perdeu, pode ver aqui), eu sou muito do autor Carlos Ruiz Zafón. Apesar de só ter conhecido seus livros há pouco tempo não tem como não se apaixonar por sua escrita. É simplesmente fantástica!

O palácio da meia-noite é o segundo livro do autor, que é espanhol e ficou mundialmente conhecido pelo livro A sombra do vento e suas duas continuações (O jogo do anjo e O prisioneiro do céu). Foi publicado originalmente em 1994 e é dirigido a um público mais juvenil, mas não dá para deixar de perceber como a escrita do autor nos transporta para um mundo tão envolvente que é impossível largar até terminar, uma vez que traz uma narrativa repleta de fantasia e mistério sobre coragem e amizade.

~~~~~~~ ~~~~~~~~~~~~História~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

Ben e Sheere são irmãos gêmeos cujos caminhos se separaram logo após o nascimento: ele passou a infância num orfanato, enquanto ela seguiu uma vida errante junto à avó. Os dois se reencontram quando estão prestes a completar 16 anos. Junto com o grupo Chowbar Society, formado por Ben e outros seis órfãos e que se reúnem no Palácio da Meia-Noite, Ben e Sheere embarcam numa arriscada investigação para solucionar o mistério de sua trágica história.
Uma idosa lhes fala do passado: um terrível acidente numa estação ferroviária, um pássaro de fogo e a maldição que ameaça destruí-los. Os meninos acabam chegando até as ruínas da velha estação ferroviária de Jheeter’s Gate, onde enfrentam o temível pássaro.


Eu não me canso de dizer que o primeiro livro que li do Zafón foi Marina. Muitos dizem que não é o melhor livro para começar, mas para mim foi mais do que especial. Terminei de ler com lágrimas nos olhos e decidida a procurar os outros livros do autor para ler também. Foi aí que descobri o que chamam carinhosamente de "trilogia do cemitério dos livros esquecidos" e "trilogia da névoa". Cheguei a pesquisar muita coisa sobre eles, para saber se realmente as histórias iriam me agradar, afinal o autor espanhol é um fenômeno de vendas e nunca se sabe se isso é apenas um bom marketing (tão popular hoje em dia) ou se a escrita do cara é mesmo fantástica. Fiquei com a segunda opção. 

Nos anteriores já fiquei embasbacada em como o autor descreve Barcelona. Aqui fiquei fascinada pelas descrições de Calcutá. Me parecia mesmo uma cidade triste e sombria. E nesse clima envolvente somos transportados para essa fábula meio misteriosa e meio trágica. O que parece brincadeira de crianças, na verdade não é, e algo nas sombras noturnas espreitam os irmãos e os amigos do orfanato. E juntos eles embarcam na aventura que pode lhes custar a vida.

Recomendo o livro principalmente para quem gosta de histórias sombrias, cheias de ação e reviravoltas emocionantes.


O palácio da meia-noite
Carlos Ruiz Zafón
Editora Suma de letras, 2013, 271p
Ficção espanhola
I.S.B.N: 978-85-8105-159-8

Formada em Farmácia Hospitalar. Apaixonada por ler e escrever desde sempre. Criou o Blog em 2013 para compartilhar seu amor pelos livros, séries e filmes.

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