16 março, 2017

{Resenha #173} Uma Noite como esta - Box Quarteto Smythe-Smith



Olá, leitores do meu coração! Advinha o livro que eu vim falar hoje com vocês? Quem me conhece sabe que eu sou apressada nas leituras, então assim que meu box do Quarteto Smythe-Smith chegou eu já comecei a devorar!
Terminei o livro 1 - Simplesmente o paraíso passando mal de tanto ter amado Marcus e Honoria! Virou meu novo Colin!!!!!! ♥

Fui correndo ler o livro 2...confesso que não me arrebatou tanto quanto o livro 1, mas ainda assim Daniel e Anne ganharam meu coração também...


Daniel Smythe-Smith passou três anos exilado na Itália depois de um duelo com seu amigo, o gênio matemático Hugh Prentice, que quase perdeu uma perna. Com isso o pai de Hugh, Lorde Ramsgate, o ameaçou dizendo que se ele não saísse do país seria morto, mas um dia ele recebe a visita de seu amigo, que o libera para voltar à Inglaterra...

Então Daniel volta justamente no dia da apresentação do Quarteto, mas encontra uma pessoa diferente ao piano (já que sua prima Sarah fingiu estar doente para não participar, Anne Wynter, a governanta das irmãs dela a substituiu). Ao olhar para ela, ele fica encantado e, ao final da tortura da apresentação corre para encontrá-la. 

Anne Wynter (ou melhor, Annelise Shawcross) esconde seu passado de todos, pois ela teve que se afastar de sua família, após ser enganada e humilhada por seu amado, que prometeu se casar com ela, sendo que na verdade já estava comprometido com uma mulher mais rica. Seduzida e dispensada, ainda leva toda a culpa pelo que aconteceu, e por isso, não pode mais ter contato com a família e é levada para viver como governanta numa residência na Ilha de Man.

Depois de um tempo, Anne foi contratada para cuidar das meninas Pleinsworth, primas de Daniel. Ao saber que Anne é a governanta de suas primas, resolve ir sempre à casa Pleinsworth sob o pretexto de vê-las, e sempre ia passear com elas, porque sabia que ela iria junto. E, com isso eles vão ficando cada vez mais apaixonados, mesmo que ela não admita. Mas, o que ele não sabe, é que os segredos de Anne, vão além do tipo de criação que teve, e que agora, mais do que nunca, precisará conhecer o seu passado, pois ambos estão correndo perigo, e, desta vez, não tem nada a ver com o Lorde Ramsgate ou o duelo.




Um dos personagens que mais gostei nesse livro foi o Hugh, amigo do Daniel e fiquei desejando secretamente que ele fosse personagem dos próximos livros e ahahahaha...desejo atendido!!!!!! Pois ele vai aparecer no próximo!



O que mais me chamou atenção nessa história era como a mulher era tratada naquela sociedade!!!! Dá para ficar furiosa! Aposto que nem todos os homens daquela época são como os heróis idealizados pela Julia Quinn. Quando a gente para para pensar na revolução feminina e em como as coisas mudaram ao longo dos anos, eu divago que de repente a necessidade de "liberdade" hoje se deva a extrema opressão no passado. Ser "prisioneira" de um pai, de uma família, de um irmão, de um marido...não poder ter renda, um emprego, uma ocupação, a não ser cuidar dos filhos e da casa (não que isso não seja importante)....

Mas a forma de objeto que a sociedade enxergava a mulher daquela época...nossa, dá arrepios na nuca...


  
Fiquei um pouco entediada com a leitura no começo pois não estava conseguindo me desligar da Honoria e do Marcus, então fiquei torcendo para que melhorasse logo. Mas conforme fui lendo, Daniel e Anne foram ganhando minha simpatia. Daniel, por não estar nem para as convenções sociais e estar interessado numa simples governanta. Anne, por ter sido banida da sociedade por uma culpa que não deveria ser dela. Então, como eu já divaguei acima,  essa reflexão foi muito interessante.

Na verdade senti muita pena dela, pois ela realmente ficou sem perspectivas, fadada a uma vida de incertezas, até Daniel aparecer. Ele é a personificação do cavalheiro na armadura brilhante. O herói que não apenas resgata a mocinha de um passado terrível, mas que a salva do vilão na atualidade. É....dá para se apaixonar por Sir. Daniel também ♥


Ele teria uma filha, e ela se pareceria com a mulher parada à frente dele. E, se ela algum dia o olhasse com a aquela expressão desnorteada e sussurrasse "Ele disse que me amava"...Nada menos do que o assassinato seria uma resposta aceitável para o desgraçado.


 


Essa história é um pouco mais "densa" do que a anterior, como puderam perceber, tem até um pouco de violência. Mas também tem a Frances e seu amor por unicórnios ♥ Quem leu sabe exatamente do que eu estou falando. Então valeu super a pena!!!!!





Formada em Farmácia Hospitalar. Apaixonada por ler e escrever desde sempre. Criou o Blog em 2013 para compartilhar seu amor pelos livros, séries e filmes.

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