Quando você começa a ler Chimamanda você quer ler tudo que ela publicou...

 


Olá, pessoas, como vão? Espero que bem! Hoje venho falar de uma autora nigeriana muito famosa, mas que só conheci recentemente Chimamanda Ngozi Adichie.

Li de forma gratuita em e-book o mini livro Sejamos todos feministas. Daí eu acabei comprando o livro de contos, No seu pescoço e acabei lendo também em e-book Hibisco Roxo.



Chimamanda Ngozi Adichie é uma feminista e escritora nigeriana. Ela é reconhecida como uma das mais importantes jovens autoras anglófonas de sucesso, atraindo uma nova geração de leitores de literatura africana. Ela nasceu na Nigéria, no estado de Anambra, mas cresceu na cidade universitária de Nsukka, no sudeste da Nigéria, onde se situa a Universidade da Nigéria. Seu pai, James Nwoye Adichie, era professor de Estatística na universidade. E sua mãe, Grace Ifeoma, foi a primeira mulher a trabalhar como administradora no mesmo local.

Seu primeiro romance Purple Hibiscus (Hibisco roxo) foi publicado em 2003. O segundo, Half of a Yellow Sun (Meio sol amarelo), assim chamado em homenagem à bandeira da Biafra, retrata o que antecede e o que ocorre durante a guerra de Biafra. Foi publicado pela editora Knopf/Anchor em 2006, e ganhou o Orange Prize na categoria de ficção em 2007.

“Nossa época obriga a tomar partido”

Escritora nigeriana defende que "todos devemos ser feministas", e critica os discursos de ódio tão comuns atualmente



A fama de Adichie não se deve somente a sua literatura, mas também a duas populares palestras TED. O famoso TED TALK (quem nunca ouviu falar?) - tem um monte dessas palestras por aí na internet para gente ficar menos ignorante, saca aqui e aqui.

A primeira foi O perigo de uma história única (2009), assistida milhões de vezes, e nela alerta sobre os estereótipos. Quando chegou aos Estados Unidos, sua colega de quarto na moradia universitária lhe perguntou onde tinha aprendido a falar inglês tão bem —é uma língua oficial na Nigéria, esclareceu—, ficou muito decepcionada quando ao se interessar pela música tribal que escutava ela lhe confessou que adorava Mariah Carey, e supôs que ela nunca tivesse utilizado um fogão. Adichie não ligou. Mas após alguns meses no país entendeu que essa era a única história que os norte-americanos ouviam sobre a África: o continente equivalia a majestosas paisagens e belos animais, povos envolvidos em guerras eternas, fome, miséria e Aids. Sua história sobre a África estava cheia de estereótipos. E não é que os estereótipos sejam falsos, defende. São somente incompletos (fonte: el país)

Isso é a maior verdade, dos estereótipos que todos nós fazemos com outras culturas, outros lugares, é uma coisa bizarra quando a gente para para refletir sobre. Aqui no Brasil por exemplo eu penso o que a gente acha dos índios (povos indígenas por exemplo), ou até o que nós achamos ou pensamos de pessoas de outros estados (dos nordestinos, dos sulistas...o que eles pensam de nós do sudeste, etc). Por aí...




Eu não li ainda Para educar crianças feministas, mas pretendo ler porque também é um desses e-books curtinhos, que a gente lê numa sentada só.

“Minha maneira de estar no mundo é contando histórias. É o que me deixa mais feliz. Tenho interesse e intervir. Minha vida como cidadã é muito comprometida”

Pretendo falar um pouco mais desses livros que eu li em outros posts. Me aguardem. Essa autora é uma autora pra ler e se inspirar. Como eu falei lá em cima, para gente ficar cada vez menos ignorante e mais tolerante com as diferenças culturais que nos cercam.

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