Paulo Freire mais vivo que nunca!


Centenário de Paulo Freire, patrono da educação brasileira. Se estivesse vivo completaria 100 anos, mas nos deixou em 1997.

O educador, que não era professor de formação e sim, advogado, resolvendo nunca se dedicar a essa carreira e sim dar aulas de língua portuguesa É AINDA HOJE UMA VOZ na educação, discutido, estudado, debatido no mundo inteiro. Menos nessa bosta de terra, que chamamos de Brasil, onde atacam sua memória a seu legado....Enfim, vamos publicar 25 livros, dar aula nas mais prestigiadas universidades do mundo...daí depois a gente dá trela pra esse povo, né?


Vi uma matéria sobre 5 ensinamentos do educador que ainda estão super atuais, e trouxe um resumo para cá:

1- Importância de compreender a realidade do aluno

"Ele dizia que o professor deveria ser sensível à história de vida dos alunos, resgatando seus sofrimentos, mazelas e cicatrizes. A partir dessa vivência, o conhecimento seria construído."

2- Alfabetização de adultos

Nas décadas de 1950 e 1960, Freire dedicou-se à educação de adultos em áreas proletárias (urbanas e rurais) de Pernambuco.

Pelo método de alfabetização que até hoje leva seu nome (e que foi colocado em prática pela primeira vez em Angicos, no Rio Grande do Norte, em 1962), as aulas partem de elementos do cotidiano dos alunos analfabetos.

3- Formação de cidadãos críticos

"Os estudantes precisam ter essa consciência sobre ponto de vista, para aprenderem a ter outras perspectivas de um mesmo fato e chegarem ao desenvolvimento do senso crítico", explica.

4- Respeito às diferenças

Walkyria Monte Mór expõe que a pedagogia de Paulo Freire "ajuda a construir a identidade das pessoas".

"Elas entendem que existiu um projeto [na educação tradicional] de instituir o que é certo e o que é errado. Passam a perceber que há outras formas e ideias que não podem ser consideradas inferiores."
Um exemplo apresentado por Monte Mór é o ensino da gramática normativa. Dependendo de como a aula for ministrada, o estudante pode entender que determinados modos de falar e escrever são menos respeitáveis do que aqueles que obedecem à norma padrão da língua.

"Quando a gente entende que existem diferenças culturais e subjetivas, começa a formar jovens mais tolerantes", diz a professora.

5- Empoderamento dos mais pobres

Quando Freire escreve que a educação é para todos, "refere-se aos que estão à margem da sociedade", explica Aparecido, da UnB. 

"São os indígenas, os surdos, os pobres, os negros. É dar oportunidade e empoderar essas pessoas por meio da educação."


Segundo Walkyria Monte Mor, a política de cotas em universidades, por exemplo, é um movimento freireano.

"Aos poucos, estamos nos abrindo para esse processo de mudança."

 

A matéria está aqui nesse link!

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